ENERGIA SOLAR: ECONOMIA DE SOBRA

Em todo o mundo a procura por energias renováveis vem crescendo cada vez mais, favorecendo economias e ajudando o meio ambiente. A prova concreta são os muitos exemplos de sucesso no uso da energia solar.

A procura por essa forma de geração a muito se deve também pela pelo aumento das tarifas de energia elétrica o que tem levado muitos  brasileiros a produzir parte do seu consumo de energia, e por vezes ejetando na rede convencional o seu excedente, que é convertido em créditos na sua fatura.

Este empréstimo de energia tem sido permitido pelo governo federal desde 2012, e em alguns estado se quer há qualquer cobrança sobre a energia gerada e injetada nas redes convencionais, fazendo com que consumidores se sintam mais confiantes para investir neste tipo de geração.

A Estimativa é que todo o valor investido para a instalação de uma mini usina de energia solar residencial, pode ser retornado em menos de 8 anos.

Mas não são apenas usuários domésticos que descobriram as vantagens da energia solar, a UFSca  recentemente escolheu gerar sua própria energia, todo o complexo gerador foi instalado no solo, em sua área gramada, ao todo foram 4 módulos com 20 painéis cada montados sobre umas estrutura de fibra de vidro.

“O pesquisador responsável pelo projeto, Hermann Hoffmann, ressalta que é a primeira vez, no Brasil, que placas de captação de energia solar são montadas sobre esse tipo de estrutura que é imune à corrosão, o que prolonga sua vida útil, e que é de fácil manutenção, já que podem ser limpas, uma vez por semana, apenas com pano seco e vassoura. Outra vantagem, destacada por Hoffmann, é que esse tipo de estrutura não desperdiça material e protege a área de raios”

A instalação dos módulos fez com que hoje, todo o complexo da UFScam em Araras se tornasse auto suficiente em energia, injetando todo o seu excedente na rede da concessionaria, o que prova que todo o investimento terá o retorno esperado.

“Além do retorno financeiro, há também a recompensa pedagógica, como não poderia deixar de ser, em retorno a uma ação promovida por uma instituição de ensino. Com a instalação dos painéis, o campus tem se tornado ponto de visitação de estudantes interessados em conhecer o empreendimento.

Para Hoffmann, esse é o maior retorno: a possibilidade de estimular o diálogo com as novas gerações sobre o uso de energia limpa e a esperança de que essa nova geração leve adiante a ideia”

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