O Instituto Água Viva (IAV), organização social sem fins lucrativos, atua no Sertão do Nordeste, com destaque para a Bahia, o Piauí e Pernambuco. Os locais foram escolhidos a dedo pelo instituto por se tratarem de regiões onde há extrema pobreza e pouco ou nenhum projeto do governo está atuando.
Por meio dos pilares saúde, esporte, educação e geração de renda, o instituto objetiva impactar a geografia desses lugares. Mais de 2 mil crianças em situação de risco social são atendidas pelo IAV, que viabiliza reforço escolar com aulas de balé, música, informática e alfabetização.
Já os adultos são beneficiados
por meio de projetos de geração de renda, como fábricas de bonés, camisas, chinelos
e violão, hidroponia, piscicultura e plantação de frutas. Ao todo, mais de 10
mil pessoas são atendidas pelo instituto, que conta com o apoio da Fortlev
Solar.
A bomba solar é uma opção econômica, que funciona por meio da energia gerada pelos módulos fotovoltaicos, que convertem a luminosidade do Sol, gerando tensão contínua. O inversor retifica essa tensão para corrente elétrica alternada.
Existem dois tipos de bomba
solar: a submersa e a de superfície. A primeira é indicada para projetos de
grande profundidade. Ela também é resistente à presença de altos volumes de
água. A segunda é recomendada principalmente para poços artesianos.
O sistema de bombeamento é composto pelos módulos fotovoltaicos, dispositivos de proteção (disjuntores, DPS e chave seccionadora) e inversor para bombeamento.
A instalação deve ser realizada em uma área livre de sombreamento. Os dispositivos são instalados em um quadro elétrico e, os módulos, conectados, dando início ao funcionamento do sistema.
A energia elétrica é a mais
popular do segmento. Aproximadamente 90% dela é produzida nas barragens. Por
meio das usinas hidrelétricas, a força da água dos rios gera energia mecânica,
convertida em elétrica e direcionada para a população.
A energia solar, por sua vez,
é produzida exclusivamente por meio da luminosidade do Sol, de forma limpa e
que não agride o meio ambiente. A luz é capturada pelos módulos fotovoltaicos e
transformada em energia para residências e empresas.
Outro ponto positivo da
energia solar é o retorno do valor investido ao bolso do consumidor, que ocorre
em até 5 anos após o pagamento.
Fazendas solares são áreas
rurais em que se localizam painéis fotovoltaicos direcionados para o consumo de
terceiros. Dessa forma, consumidores podem economizar energia sem a necessidade
de investir em um sistema próprio. Ou seja: em um mesmo local, é gerada energia
para diversos imóveis.
Essa opção é ideal para
pessoas que não podem ou que não querem instalar o sistema em suas casas,
optando pela geração compartilhada. Assim, cada indivíduo recebe uma parcela da
energia gerada no local, de acordo com o seu investimento.
Fazenda solar: como funciona?
O local onde será desenvolvida
a fazenda solar deve ser escolhido de acordo com o nível de insolação da
região. A eletricidade produzida pelo sistema, por meio da luz do Sol, será
direcionada para a rede pública de distribuição. A partir disso, a energia será
registrada e convertida em créditos energéticos com validade de 60 meses.
Para adquirir energia solar de
uma fazenda deste tipo, é necessário alugar um lote e consumir a energia
gerada. Assim, a distribuidora irá descontar a energia produzida da sua conta
de luz, o que irá render créditos energéticos o suficiente para suprir os seus
gastos com energia elétrica.
No final do mês, a distribuidora realiza um cálculo para dimensionar a diferença entre o consumo e esses créditos gerados, descontando o valor pago com energia, o que promove uma economia de até 95% para o consumidor.
De acordo com o engenheiro eletricista, as perguntas mais frequentes são sobre a vida útil do sistema e o seu funcionamento
Quando se trata de energia
solar, muitas são as dúvidas antes de adquirir um sistema fotovoltaico. Segundo
Felipe Ferraz, engenheiro eletricista da Fortlev Solar, nova empresa do grupo
conhecido pela liderança no segmento de caixas d’água, os principais
questionamentos dos clientes são acerca da vida útil dos sistemas e de seu
funcionamento.
De acordo com o especialista,
com as manutenções em dia, a tecnologia tem uma vida útil estimada de 25 anos.
Ele explica como funciona o processo de conversão da luminosidade do Sol em
energia elétrica.
“Os módulos são direcionados de
modo em que recebam radiação solar direta, sem a interferência de sombras. Este
posicionamento é essencial para que as células fotovoltaicas sejam eficientes
na conversão de luz em energia elétrica. Dessa forma, é liberada uma corrente
contínua, que passa pelo inversor interativo, sendo transformada em corrente
alterada e finalizando o processo de conversão”, explica Ferraz.
O engenheiro eletricista
responde 5 perguntas frequentes sobre energia solar.
– Como escolher o sistema ideal?
Para escolher a opção
adequada, é necessário avaliar, principalmente, o histórico de consumo de
energia, a localização e as condições técnicas onde será instalado o sistema,
avaliação que pode ser feita por uma empresa integradora de sua confiança.
– Em quanto tempo o investimento retorna
para o bolso do comprador?
O retorno do investimento,
conhecido como “Payback”, ocorre entre 3 a 4 anos para sistemas residenciais,
dependendo da localização e do preço da tarifa de energia da distribuidora
local.
– Quanto tempo demora para realizar a
instalação?
Para sistemas residenciais, o prazo
médio para a instalação do sistema é de 2 dias.
– Como posso monitorar a produção de
energia solar do meu sistema?
Por meio de um inversor fotovoltaico
conectado a internet, é possível acompanhar a produção de energia em tempo
real, por meio do celular, tablet ou computador.
– A energia solar promove benefícios para
a natureza? Sim!
A tecnologia é sustentável e
promovida pela emissão de raios solares, processo natural e que se recompõe com
frequência.
A energia solar está em alta. O tema tem se destacado no último ano devido a frequência do debate sobre sustentabilidade, e aos constantes aumentos na conta de energia elétrica.
Diante desse cenário, diversas
informações falsas têm sido propagadas, alimentando inseguranças desnecessárias
acerca da tecnologia. Para esclarecer esses boatos, o engenheiro Diogo Dallapicula, da Fortlev Solar, elaborou uma
lista com os 5 principais mitos sobre energia solar. Confira:
“Os equipamentos são caros e o
investimento não compensa”
Os
preços das tecnologias de energia solar, atualmente, estão em sua fase de maior
acessibilidade. Além disso, é importante lembrar que, por meio do sistema
fotovoltaico, é possível reduzir o valor da conta de luz em até 95%. O famoso
“payback”, que é o retorno do valor investido ao bolso do consumidor, ocorre em
até 4 anos para sistemas residenciais.
“O sistema não funciona em dias frios e
nublados”
O necessário
para que os módulos gerem energia com eficiência é unicamente a luz solar, não
importando se o tempo está frio ou quente. Em dias nublados, o sistema gera
menos energia, porém permanece gerando.
“As manutenções são caras e frequentes”
Os
módulos são estruturas muito simples e não exigem manutenções frequentes. As
placas são resistentes e ficam instaladas em uma posição fixa. O único problema
que pode ocorrer é o acúmulo de sujeira, que pode ser resolvido até mesmo com a
ação da chuva. Ao menos duas vezes por ano, é interessante lavar o equipamento
sem necessidade de nenhum tipo de produto químico.
“Não é possível utilizar a energia
produzida em um local em outro espaço”
Essa
prática existe e é denominada como “autoconsumo remoto”, que é quando o comprador
gera energia em uma unidade e utiliza o excedente para compensar outras contas,
da mesma titularidade e dentro da área de concessão da distribuidora. Desta
forma, é possível gerar energia, por exemplo, em uma fazenda e, o que sobrar,
pode ser compensado na conta de casa. Para empresas, há ainda a possibilidade
de gerar energia em uma sede e compensar nas filiais.
“Não existem distribuidoras capixabas
especializadas em energia solar”
Vislumbrando a sustentabilidade dos sistemas fotovoltaicos e pensando no futuro, a Fortlev, conhecida e renomada no ramo de caixas d’água, tubos e conexões, agora possui a empresa “Solar”, distribuidora especializada em tecnologias do segmento. A sede do negócio fica na Avenida Fernando Ferrari, em Jabour, Vitória.